Uma empresa do ramo extrativista desmatou, sem a necessária licença ambiental,
uma área de quinze hectares de floresta estacional semidecidual de Mata Atlântica. Em vistoria do
órgão ambiental competente, foram identificados diversos danos ambientais em decorrência desse
desmatamento, entre eles:
I alteração na composição e na estrutura da vegetação;
II morte de espécies endêmicas raras e ameaçadas de extinção;
III desenvolvimento e intensificação de processos
erosivos.